
Depois de um determinado momento, quando alguns dos integrantes do "Evidências de um Esparro" já se encontravam bêbados o bastante pra subir no parapeito do terraço da casa do Léo, arriscar suas vidas e constatar perigosamente que Deus, de fato, protege os bêbados, todos começaram a se espalhar pelos cantos do chão...
O jogo do Brasil provavelmente já tinha acabado, o Amaral (quem é Amaral mesmo?!) já se encontrava alcoolizado e potencialmente chato e todos os integrantes presentes, também epicamente alcoolizados, queriam a qualquer custo ficar com a câmera digital em mãos pra tirar fotos a esmo. Foi quando alguém, num momento de inspiração divina, tirou essa foto. Sim porque só Ele mesmo pra explicar como alguém, bêbado, foi capaz de registrar esse momento tão sublime de integração com a vasilha de piruás.
Alice, nesse momento, já tinha molhado sua blusa sabe-se lá Deus com o quê e se queixava incessantemente por ter que aparecer nas fotos com aquela beiradinha da blusa molhada (e se queixa até hoje!). Especula-se que ela sofra de algum transtorno psicológico, mas até agora nada foi comprovado. De qualquer forma, é notável que nossa coleguinha, após adentrar em um mundo que só ela era capaz de perceber, se afastou de seu grupo de amigos, preterindo os clássicos esparros para ficar com seus, agora, amigos piruás. Percebam o quão compenetrada ela está no assunto com seus novos amigos.
Ao final da festa, Alice já havia abandonado seus novos amigos e encontrava-se, então, simulando entrevistas com os sobreviventes da festa, utilizando para tal fim uma garrafa plástica.
Exemplo clássico de autismo.