sexta-feira, 28 de setembro de 2007

Autismo: parte I


Depois de um determinado momento, quando alguns dos integrantes do "Evidências de um Esparro" já se encontravam bêbados o bastante pra subir no parapeito do terraço da casa do Léo, arriscar suas vidas e constatar perigosamente que Deus, de fato, protege os bêbados, todos começaram a se espalhar pelos cantos do chão...


O jogo do Brasil provavelmente já tinha acabado, o Amaral (quem é Amaral mesmo?!) já se encontrava alcoolizado e potencialmente chato e todos os integrantes presentes, também epicamente alcoolizados, queriam a qualquer custo ficar com a câmera digital em mãos pra tirar fotos a esmo. Foi quando alguém, num momento de inspiração divina, tirou essa foto. Sim porque só Ele mesmo pra explicar como alguém, bêbado, foi capaz de registrar esse momento tão sublime de integração com a vasilha de piruás.


Alice, nesse momento, já tinha molhado sua blusa sabe-se lá Deus com o quê e se queixava incessantemente por ter que aparecer nas fotos com aquela beiradinha da blusa molhada (e se queixa até hoje!). Especula-se que ela sofra de algum transtorno psicológico, mas até agora nada foi comprovado. De qualquer forma, é notável que nossa coleguinha, após adentrar em um mundo que só ela era capaz de perceber, se afastou de seu grupo de amigos, preterindo os clássicos esparros para ficar com seus, agora, amigos piruás. Percebam o quão compenetrada ela está no assunto com seus novos amigos.


Ao final da festa, Alice já havia abandonado seus novos amigos e encontrava-se, então, simulando entrevistas com os sobreviventes da festa, utilizando para tal fim uma garrafa plástica.




Exemplo clássico de autismo.



terça-feira, 11 de setembro de 2007

Movimentemus blog!

Alô galerinha da evidências!
Depois deu encher muito o saco com a câmera, nada mais justo do que um post com as fotos.
Não se esqueçam: amanha é o dia de gravação de evidências na graminha!
"a graminha do segundo" dizem alguns.
segue então uma música que tem tudo a ver conosco:

Dança da Vassoura

Molejo

Composição: Indisponível

Diga aonde você vai, que eu vou varrendo
Diga aonde você vai, que eu vou varrendo
Vou varrendo, vou varrendo, vou varrendo, vou varrendo
Vou varrendo, vou varrendo, vou varrendo, vou varrendo

Oh menininha eu sou seu fã
Oh menininha eu sou seu fã
Danço contigo até de manhã
Danço contigo até de manhã

Na dança da bruxinha dança preta, dança loura
Na dança da bruxinha dança preta, dança loura
Agora todo mundo na dancinha da vassoura
Agora todo mundo na dancinha da vassoura

Varre pra esquerda, varre pra direita
Levanta poeira que essa dança é porreta

Varre pra esquerda, varre pra direita
Levanta poeira que essa dança é porreta

Pitipi pitipi pitipau
Pitipi pitipi pitipau
Mais tome cuidado com o cabo da vassoura
É pior do que cenoura você pode se dar mal!



Um brinde aos futuros turistas de ibitipoca!!!!
o//










sábado, 4 de agosto de 2007

"Evidências de um Esparro": agora também em Blog!


É com graça e, por que não dizer, esparro, que finalmente estréia o blog do, agora, 2º período de Comunicação Social da UFJF!
Formalidades a parte, sejam bem-vindos ao fantástico mundo dos esparros!
Foi realizada uma enquete há cerca de um mês, a fim de decidir qual o nome mais apropriado pra nossa querida turma. Não lançarei aqui a polêmica que envolve a decisão do nome "Evidências de um Esparro", uma vez que este já está decidido.

"Evidências de um Esparro" é um nome que carrega consigo toda a essência dessa turma. Deixe que eu explique as raízes do nome:
Em primeiro lugar: "evidências"; porque essa era a música mais cantada nos luais sem lua das manhãs de quinta-feira! Não havia uma manhã de quinta-feira em que não se ouvia ecoar em uníssono "Evidências". Aquela janela de quinta-feira com o tempo se tornou a janela mais importante de nossas vidas. Era nela que tocávamos violão, que batucávamos a mesa, que alegrávamos as manhãs dos caras do xérox da Pedagogia, que atraíamos olhares curiosos dos outros períodos que, felizes, cantavam as canções conosco. Era lindo: calouros e veteranos juntos cantando "as mais mais". Juntos como se nunca houvesse existido uma hostilidade entre eles. Foi nessa janela que, repreendidos por batucar na mesa, na cadeira, nos colegas, fomos obrigados a procurar um lugar que fosse capaz de nos receber de braços abertos. Foi então que descobrimos a graminha. Ahh.... a graminha... Nenhum lugar do mundo nos permite uma visão tão esplêndida como temos o privilégio de ter sentados da graminha. Enfim.. retomando, "Evidencias" é a nossa música!
Em segundo lugar: "de um Esparro". Esparro é um vocábulo trazido diretamente da pacata Ervália, por Beto, cidadão honorário da referida cidadezinha e incorporado por ele ao nosso vocabulário. Tudo começou não me lembro bem onde, nem quando (hehe), mas posso afirmar que foi enquanto alguém que eu também não me lembro quem (!!) fazia alguma coisa (que eu também não me lembro o quê) bem inusitada e Beto, mais do que depressa exclamou: "Que esparro!!".. Aos poucos fomos colocando esse vocábulo em todas as situações e tudo o que fazíamos podia facilmente ser classificado como esparro. Então percebemos que esparro era o que mais tinha nas festas, aulas, janelas de manhãs de quinta-feira etc.
[Esparro s.m. 1 Diz-se de um ato fora do comum, esdrúxulo, tosco. adj. 2 Aquele que comete esparros.]
E assim, juntando nossa música tema com o vocábulo capaz de resumir o que somos, compomos o nome da turma. :D
Isso é tudo o que eu tenho a dizer por enquanto! Os interessados em postar no blog favor me avisar que eu tomarei as devidas providências!
Enfim...


UM BRINDE À ESTRÉIA DO BLOG!
E Feliz Período Novo a todos!